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De Operacional a Estratégico: Como o PMO Ágil se torna parceiro da alta gestão

  • jarbasinfo
  • 5 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Por que o modelo tradicional de PMO já não basta PMOs baseados em cronogramas rígidos, controle excessivo e foco operacional ainda são comuns — mas insuficientes. A nova realidade corporativa exige mais do que entregas dentro do prazo: exige adaptação contínua, valor estratégico e visão sistêmica.


Com os desafios da transformação digital, da agenda ESG e da pressão por inovação sustentável, escritórios de projeto precisam mudar de papel — e de mentalidade.


O novo papel do PMO: facilitador de valor


Como aponta Ricardo Viana Vargas, o PMO Ágil deve atuar como hub de alinhamento e capacitação, promovendo fluidez, aprendizado e visão integrada.


Realização de retros e health checks voltados a decisões - Monitoramento visual com ferramentas como Jira e Confluence - Apoio prático às equipes, com foco em melhoria contínua e aprendizado cruzado.


Tornando a estratégia executável: OKRs, LPM e governança de valor


O PMO Ágil torna-se ponte entre o pensamento estratégico e a entrega real, conectando iniciativas à visão organizacional.


OKRs e Lean Portfolio Management (LPM)


  • Traduzem metas globais em Roadmaps com valor validado;

  • Orientam decisões de investimento com base em impacto e viabilidade.


Governança fluida com dados que importam


  • Métricas como flow timelead timeNPS e business value;

  • Conversas executivas com base em dados visuais e não em planilhas estáticas.


Exemplo de evolução real de um PMO tradicional


Considere um escritório de projetos preso ao MS Project e reuniões de status.

A virada começa com:


  • Implantação de ferramentas como Jira e Confluence;

  • Ciclos de revisão quinzenal de portfólio, com foco em aprendizados;

  • OKRs claros conectando iniciativas a resultados estratégicos;

  • Visualizações de fluxo com indicadores de valor entregue;

  • Adoção de um modelo de coaching para apoiar squads e gestores.


Em 6 meses:


  • +20% no alinhamento percebido entre projetos e estratégia;

  • -30% de atrasos em entregas;

  • E o principal: a liderança passará a consultar o PMO para tomar decisões, não apenas “preencher relatórios”.


💡 As 5 competências essenciais de um PMO realmente estratégico:


  1. Mentalidade orientada a valor e resultado;

  2. Capacidade de integrar métodos ágeis e tradicionais com fluidez;

  3. Governança com foco em dados que geram ação;

  4. Atuação como facilitador e formador de capacidades;

  5. Comunicação estruturada com impacto na alta gestão.


O seu PMO é parte da estratégia ou apenas um centro de controle?



 
 
 

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